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quinta-feira, 11 de junho de 2009

Lá vai Lisboa


Carlos César vai às marchas populares a Lisboa.
Porque será?

a) Porque este ano não quer ir às Sanjoaninas com receio de uma pega de caras.
b) Porque a Marcha Oficial das Sanjoaninas vai estar presente nas Marchas de Lisboa, e assim mata dois coelhos de uma cajadada.
c) Porque quer começar a procurar casa em Lisboa para quando abandonar o Governo Regional, e vai aproveitar uma cunha do amigo António Costa.
d) Porque não quer dar de caras com Vital Moreira, que, dizem as más línguas, tencionaria vir
uns dias de férias aos Açores.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O Remígio e a babugem


Carlos César não vai esquecer tão cedo o nome Remígio.
É que o tenor luso-canadiano, filho de pais açorianos, "obrigou" o Presidente do Governo a cantar em plena sessão solene do Dia da Região, em Toronto.
A coisa lá se safou - e Carlos César até tem voz - mas foi insólito e deve ter causado calafrios em alguns dos que assistiam ao vivo ou pela televisão.
É que às vezes a diferença entre o ridículo e um brilharete pode estar numa nota só :)
Remígio Pereira faz parte dos Tenores Canadianos.
Nunca tal tinha ouvido falar, mas fiquei curioso de conhecer o trabalho do grupo.

Canções à parte, Carlos César esteve igual a si próprio no discurso.
Até citou Sócrates (o filósofo)!? Em grego clássico !!!???
E não citando Sócrates, Primeiro Ministro, deve-lhe ter causado algum incómodo com esta tirada
(tendo em conta o "amor" do candidato Vital Moreira pelas autonomias):

(...) "os Açores são a fronteira de segurança próxima da América e são a mais relevante fronteira europeia de cooperação internacional em matéria de segurança do Mundo Ocidental.

Uns por ignorância, outros por preconceito forjado na babugem centralista, não compreendem o país assim. Desconsideram-nos, é certo, mas, pior, desbaratam o sentido mais útil da dimensão nacional. Compete-nos lembrar-lhes tudo isso em todos os momentos. É o que lhes lembramos, uma vez mais, neste Dia."


Aquela da "babugem centralista" está de mais :)
Babugem quer dizer baba ou espuma nojenta!?

O discurso, na íntegra, aqui.

domingo, 17 de maio de 2009

César precisa de mais espaço (*)


Estará Carlos César talhado para voos mais altos?

Fotos GACS


- Eh pá estes aviões até são jeitosos...mas isto não vai dar para a bagagem toda quando fizer as malas para ir para Lisboa...E esse dia que nunca mais chega. Já tou fartinho disto.E se o Sócrates remodela o Governo agora, como lhe sugeri, se precisar de mim nem vou à procissão do Sr.Santo Cristo. É para Lisboa e já.


(*) Mas subsiste a dúvida. Será que é "treinador para um grande"?

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Liberdades


Foto Açoriano Oriental

No dia 25 de Abril, Natalino Viveiros sentenciava no Editorial do Correio dos Açores:
A liberdade está ferida de morte
"A liberdade está ferida de morte porque a rede montada pelo sistema não permite a livre expressão. Actua movido pelos interesses políticos ou económicos que defende e atrofia a liberdade dos outros em benefício da sua própria liberdade. Quem comanda não quer ser incomodado e tudo faz para condicionar a liberdade dos que podem ser incómodos. Com a democracia como está, com a justiça transformada num palco onde se digladiam o poder político com o poder judicial a liberdade está amordaçada.
(...) É preciso regenerar o vinte e cinco de Abril, mesmo que para isso seja necessário repetir a revolução dos cravos. "



Carlos César não gostou, e de cravo ao peito, respondeu assim:
“Ainda hoje vi um título de um órgão da imprensa regional dizendo que a Liberdade estava ferida de morte. A Liberdade está tão viva e tão pujante que é possível ter títulos destes sem o editorialista ir para à prisão” .

Foto GACS

Na resposta, Natalino Viveiros escreve de novo no Correio dos Açores:
Liberdade está ferida…mas não morreu



"O que disse o Presidente do Governo é grave, não pelo ataque que faz, mas pelo pensamento que revela. O Presidente fala do título e não do conteúdo ou da reflexão em si. Se não fala do conteúdo é porque não leu, ou se leu concorda com ele. Se leu apenas o título e a partir daí disse o que disse, então manifesta uma ligeireza na análise não condizente com a responsabilidade da função. Pensar-se que o título do editorial do Correio dos Açores é matéria de ir parar à prisão é uma atitude própria do pensamento totalitário que o 25 de Abril de 1974 matou e que o 25 de Novembro de 75 enterrou. Prezamos acima de tudo a liberdade e por ela nos batemos. Arrisquei a minha vida e a vida da minha família, com duas bombas em casa que me destruíram bens e haveres, mas nunca verguei perante as ameaças e as intimidações. Nunca andei, em nome da revolução de braço dado com aqueles que queriam uma revolução totalitária. Nunca desfilei pelas ruas a pedir a prisão de concidadãos meus por pensarem ou por defenderem projectos políticos diferentes daquele que defendia e defendo. Sempre convivi e trabalhei com pessoas que politicamente pensavam de forma diferente da minha e nunca me dei mal porque por isso, pois só enriquecia o meu trabalho. Ninguém é detentor único da verdade e quem pensa que é dono dela há-de provar depois o travo amargo do seu engano. A liberdade só é liberdade quando se respeita a liberdade dos outros. Quando se pensa na prisão por livremente se pensar, a liberdade está ferida de morte. Bem alto dizemos o que disse o poeta Adriano Correia de Oliveira: Não há machado que corte a raiz ao pensamento".

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Bandeiras, Guerras, Terroristas e ... Amigos


Às armas

Os militares continuam a não hastear a bandeira da Região Autónoma.
Nos quartéis dos Açores.
Como manda a lei.
Estão, por isso, fora-da-lei.
Impunemente
Mesmo que digam que não há nenhuma "guerra das bandeiras".

Amigos?

César e Cavaco vão estar juntos esta sexta-feira.
É o primeiro aperto de mão depois da polémica à volta do Estatuto dos Açores.
César diz que, por si, vai para falar de economia.
E para ouvir o professor e até receber os seus conselhos !?
E diz que não há crise ... entre os dois.
Porreiro pá.

Firouz Mahvi, o amigo iraniano de Paulo Casaca

"Abana Casaca abana ..."

O eurodeputado Paulo Casaca vai ver finalmente o "Expresso" em Tribunal.
Casaca acusou o jornal de lhe manchar a honra e o bom nome.
Lembram-se há anos do vídeo que apareceu no You Tube com Casaca a dançar com os Mujahedine ?
O "Expresso" disse na altura que Casaca era amigo de terroristas.
(recorde aqui o que escreveu o Expresso)
O Eurodeputado achou excessivo.
O tribunal dirá quem tem razão.

Parlamento Europeu

... abana para mim só"

Entretanto Casaca quer continuar no parlamento europeu.
É uma boa plataforma para continuar nas suas cruzadas pelo médio oriente.
Até agora o PS não o convidou para se recandidatar.
Talvez devido a essa veia "internacionalista".
O lugar de Casaca até pode muito bem vir a ser ocupado pelo ex-presidente do parlamento açoriano, Fernando Menezes, que até tem o irmão Jorge Menezes na REPER em Bruxelas.
Nesta dança de cadeiras a Casaca pode calhar a fava; a candidatura à Câmara de P.Delgada contra a "indestronável" Bertinha.
Dançou!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Questões de léxico ou de como César gosta de concatenar ... em vez de harmonizar


Vislumbro aqui uma concatenação :)

Geralmente, o presidente do Governo Regional dos Açores expressa-se bem.
Consegue fazer-se entender, passar a mensagem, em suma, comunicar.
Mas por vezes também - demasiadas vezes, na minha opinião - gosta de utilizar termos rebuscados. Não faço ideia porquê.
Hoje , na Horta, saiu-se com mais uma das suas preciosidades:

(...) “este Plano Regional para 2009 e as Orientações de Médio Prazo representam a concatenação de duas orientações fundamentais: por um lado, aquela que tem que ver com a aplicação do nosso modelo de desenvolvimento e, por outro, um conjunto de medidas de curto prazo que se destinam a fazer face às situações advenientes destas últimas dificuldades ocasionadas pela crise económica internacional e as suas consequências nos Açores.”

Poderia César ter utilizado uma palavra que todos entendessem?
Sim. Bastava ter recorrido à palavra ligação, ou a harmonização ou ainda a conciliação.
Porque é que César prefere concatenar é para mim um mistério.
Se tivesse tempo e pachorra fazia uma recolha dos cesarismos e publicava um livro, para investigação pelos linguístas.


Na foto, o exemplo de uma concatenação.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Ah queres-me chatear? Já vais ver!


Segundo a Visão, Cavaco não deu os parabéns a César pela vitória do PS nas últimas regionais.
César não gostou. E tramou bem Cavaco. Ah ele é isso? Toma lá o Estatuto e aprova-o. Toma!
"Procurámos por todo o lado, vimos todos os faxes, e-mails e até telegramas. Não queríamos acreditar, mas não chegara nada de Belém" (Fonte próxima de Carlos César, citada pela Visão, a propósito da inusitada ausência de felicitações de Belém).

A Visão diz ainda que César vai pedir uma audiência para apresentar cumprimentos a Cavaco, na sequência da vitória eleitoral de 17 de Novembro.
Goste-se ou não do estilo, César é um político no que a palavra tem de pior e de melhor.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Ainda e sempre...a crise


Foto GACS

A palavra crise continua a dar comichão a Carlos César.
Agora foi na recepção de Ano Novo.
Carlos César disse que "... os que tanto invocam a crise têm um problema, justamente de crise - crise de imaginação".
E, como se alguém numa plateia contratada para um programa de TV, erguesse o placard dos "aplausos", a plateia riu embevecida.
De copinho na mão, ajeitando melhor a gravata ou a dobra do vestido, as autoridades e "personalidades" riram. Um riso breve, respeitoso, reverente. Sua Excelência dissera uma piadola. Era de bom tom rir. E eles riram.
A plateia riu da piadinha de Carlos César que não gosta da palavra crise.
E como não gosta, decreta o seu apagamento.
Mas como começa a ser repetitivo nesta sua aversão às evidências, Carlos César acaba por sofrer do mal de que acusa os outros, "um problema justamente de crise- crise de imaginação".
É como a gripe: ataca toda a gente. Até os presidentes de governos.
Confesso que a aversão de Carlos César à palavra crise também já me começa a dar comichão.

sábado, 13 de dezembro de 2008

O coelho meteu-se na toca


César: - Eh meu grande sacana, queres é aparecer, hã?
Coelho: - Eh pá, sabes como é, um gajo tem um brinquedo novo e quer é experimentar a ver como a máquina funciona.
César: - Tá bem pá, mas não abuses da sorte. Vai-te deitar, nada de copos e amanhã emendas a merda que fizeste hoje, ok?
Coelho: - Ok pá, não te chateies isto não volta a acontecer.
César: -Vá lá, vai, mete-te na tua toca e juizinho.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

César salva o mundo ... e os Açores, talvez


A revista de imprensa regional de hoje, no Açoriano Oriental (aqui), é uma delícia. Leiam com atenção esta frase:

As dez medidas anunciadas ontem por Carlos César para combater a crise internacional fazem manchete nos jornais de São Miguel.

Descubram agora qual a palavra que está a mais: a) Dez b) Crise c) Internacional d) Jornais

E a solução é:

c) Internacional.

A explicação só pode estar no facto de toda a gente ter ficado com tanto receio de falar na crise, que, até agora, depois de César anunciar medidas para combater a crise, escreve-se que é para combater a crise...internacional!? O mundo espera ansioso pelo salvador César.