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quinta-feira, 30 de julho de 2009

O branco e o careca



Sócrates - "Não pedimos um cheque em branco aos portugueses".
(Imagino) a resposta dos portugueses: - "Mas não nos passes também nenhum cheque careca".

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Transparências


Se a esquerda "moderna" e "transparente" é a esquerda que põe em prática a política da direita então prefiro uma esquerda arcaica e opaca.
Mas numa coisa dou a mão à palmatória: o teleponto de Sócrates é mesmo transparente!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Déspota iluminado



Salazar
Outrora
Caiu;
Retornou
Agora
Transformado
Em
Socialista

José Sócrates continua embevecido com a sua política.
Diz ele: «Está para nascer um primeiro-ministro que tenha feito melhor no défice».
Não me vou dar ao trabalho de ver se é mesmo assim.
Até pode ser. Mas a questão é esta : o défice não é tudo.
Também no tempo do fascismo e de Salazar dizia-se que Portugal tinha muitas reservas de ouro.
O povo nunca deu por nada.
Tal como hoje não dá pelo brilhante défice socrático.
É por estas e por outras que Sócrates se assemelha cada vez mais a um déspota iluminado.
Uma imitação de Salazar de segunda categoria.
Dei-me ao trabalho de fazer uma rápida pesquisa pela internet e a associação da política de Sócrates ao velho ditador surge com muita frequência e vinda dos mais diferentes quadrantes e de pessoas de todas as condições.
Porque será?
Eis alguns exemplos (se se derem ao trabalho encontrarão muitos mais):
Presidente da Câmara de Alvaiázere

Mendes Bota, PSD


(Sic Notícias)

nomedia.info


"Se há uma qualidade que Sócrates tem é saber o que quer e para onde vai. E fá-lo com grande entusiasmo.É claro que depois há ali um excesso de voluntarismo , que gera algumas atitudes ditatoriais.E disso não gostamos."
Maria José Nogueira Pinto (Sol)
Nota: Eu sei que há aqui gente "pouco recomendável", mas quis apenas mostrar que a ideia de um Sócrates salazarento vai da esquerda à direita.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Please Manel, just a smile :)


-Então Manel? Vá lá pá. Sorri. Olha p'ra mim.
Não te ponhas com essa cara de touro enraivecido.
Vá lá. Oh pá, prontos pá desculpa lá aquela coisinha. Tu não pediste a demissão, eu é que te demiti, mas sabes, fica sempre melhor nestas ocasiões dizer que o ministro é que colocou o lugar à disposição. Foi só uma mentirinha. Não é caso para fazeres essa cara de embezerrado.
Vá lá pá. Ao menos para a fotografia. Anda caramba. Só um sorrisinho. O que é que te custa?Ainda te arranjo um tachinho um dia destes. Do que é que te queixas afinal?

sábado, 27 de junho de 2009

"Josézito já te tenho dito ...

... que não é bonito andares-me a enganar..."



Continua o baile de máscaras.
Sócrates disse num dia que o Governo não mandava na PT.
No dia seguinte o Governo mandou a PT abortar um negócio.
Que Sócrates dizia desconhecer.
E que agora, vem-se a saber, afinal conhecia.
Para tentar limpar a trapalhada e para não ser acusado de querer interferir
onde toda a gente sabe que ele gostaria de interferir...
E já agora, se Sócrates quer tanta transparência porque se esforçou tanto, ele e o PS, para que o caso Freeport fosse tão opaco? Porque não agiu da mesma maneira?
Pondo tudo em pratos limpos?

domingo, 21 de junho de 2009

Máscaras


Sócrates nega o evidente.
Nega que a sua entrevista à SIC foi um muito mau momento de teatro.
O lobo mau, o "animal feroz", como ele próprio se intitulou, vestiu agora uma pele de cordeiro que não lhe assenta bem.
O gato (lobo) está escondido mas com o rabo de fora.
No Eixo do Mal, da Sic Notícias vejo um "condensado" das baboseiras meladas de Sócrates na entrevista a Ana Lourenço.
(Se fosse na RTP já todos diziam que a jornalista tinha sido subserviente, mas na "muito independente e irreverente" SIC já parece não ser tão grave esta entrevista tipo "Nova Gente"!?)
O que vi deixou-me enojado.
Muito enojado.
E perante a gravidade do que se passou não compreendo que haja quem se indigne pelo facto de andar todo o país a comentar o que é grave.
Um Primeiro Ministro que tenta, descaradamente, mentir aos portugueses.
Foi o que Sócrates tentou: mentir aos portugueses.
Só lhe faltou derramar uma lágrima de crocodilo.
Faltou pouco para vermos o hiper sensível Sócrates a revelar esse seu lado humano.
Sócrates não quer agora que o país comente a sua actuação.
Nao quer que o país comente ... como comenta.
Não quer que a oposição tire dividendos ao acusá-lo de querer tirar dividendos com a representação daquele lambuzado sketch teatral.
Era só o que faltava.
Diz Sócrates:


E o que dizer dessa ideia copiada de querer uma coligação com o país...
Porque não quis antes essa coligação?
Porque não precisava.
Sócrates quer agora uma coligação com o país porque está a ver a vida a andar para trás ...
e está a ver que o país começa a estar farto da sua cega "determinação"...
Dialogante este PM ?
Quando se encontra entre a espada e a parede !
Assim somos todos muito dialogantes, solidários, sensíveis, compreensivos, melosos...

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Me, Myself and I

"Estou muito satisfeito comigo" - disse Sócrates à SIC.
"Estamos muito insatisfeitos consigo" - disseram os portugueses a Sócrates nas Europeias.
O que dirão nas "Portuguesas"?
Será que vão querer uma coligação com Sócrates?
(O PM disse que o principal objectivo dos socialistas é fazer "uma coligação com um país moderno, um país que quer andar para a frente").
A ideia até é engraçada, mas esta por acaso até tem direitos de autor: Carlos César.

terça-feira, 16 de junho de 2009

O que tu queres sei eu



"Maioria absoluta"
"Governar sozinho"

Nada disto rima com "humildade".
Definitivamente Sócrates também não tem grande jeito para rimas.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Comunistas. Claro.


(IOL Diário)

Dentro de momentos surgirão as primeiras reacções.
Mas uma fonte bem informada já nos disse que o Gabinete do Primeiro Ministro já acusou os comunistas de orquestrarem o protesto.
"São sempre os mesmos" vai dizer o Gabinete do PM.
Escrevam o que eu vos digo.

domingo, 17 de maio de 2009

A Felicidade segundo Sócrates


A Notícias Magazine de hoje traz uma daquelas reportagens light, coisa de fim-de-semana de praia. É sobre o nosso Primeiro. E promete, na capa, um Sócrates "íntimo".
Ainda penso que vêm aí revelações escaldantes da sua relação com a Fernanda, mas nada.
O mais "íntimo" que o DN conseguiu foi "descobrir" que Sócrates pede pastilhas elásticas ao seu motorista !? Lamentavelmente o DN não avança na "investigação". Ficamos sem saber se ele prefere as Beatles bublle gums. E ficamos mesmo sem saber se Sócrates gosta da música dos Beatles. Há intimidades que não são para revelar. Pelo menos não tão facilmente.
Mas ao passar os olhos pela revista acabo por ganhar o dia.
Fica-me a definição de Felicidade por José Sócrates, with a little help of George Harrison (Beatles).
Confidencia Sócrates ao repórter do DN:

"Uma vez perguntaram a George Harrison: o que é para si a felicidade? A felicidade? Pausa.
A felicidade é abrir os jornais e não falarem de nós. E eu nesse dia soube o que era a felicidade. Porque ao abrir os jornais só falavam dele, não falavam de nós".
Em síntese:"A minha qualidade de vida declinou muito desde os tempos em que era feliz".

Façamos então a interpretação do texto.

Concluímos que Sócrates não é feliz ("...desde os tempos em que era feliz").
Concluímos que Sócrates não gosta que os jornais falem dele ("A felicidade é abrir os jornais e nao falarem de nós").
E vem-me à memória uma canção batida, o Ob-La-Di, Ob-La, dos Beatles do George Harrison que proporcionou a José Sócrates uma brilhante resposta sobre a Felicidade. A utilidade dos quatro rapazes de Liverpool é infindável.

domingo, 3 de maio de 2009

Entendam-se.

José Sócrates diz que as agressões a Vital Moreira foram "uma vergonha para a nossa democracia".

Eu diria mais.
Que muita da acção de José Sócrates como governante tem sido uma vergonha para a nossa democracia.

José Sócrates disse ainda que foi um incidente "absolutamente lamentável de sectarismo baseado num ódio ao PS".

Mas é preciso que Sócrates e Vital se entendam. As agressões foram contra o "traidor" Vital/ ex-comunista ou foram contra o Vital amigo dos socialistas e deste Governo?
Querem um aproveitamento político dois-em-um é? Entendam-se.

Disse mais José Sócrates. Disse que ao longo destes quatro anos o partido comunista tem desencadeado "uma campanha de fomento de hostilidade ao PS".

José Sócrates insiste no embuste de identificar a grande contestação ao governo com o PCP.
Mas somos todos parvos ou quê?

- Então pá, e essas costas doem-te muito?
- As costas? Cá nada. Os cabrões não me acertaram pá.
- Porreiro pá. Mas, pelo sim pelo não, põe um ar menos sorridente e mais combalido.
- Tá bem pá. Até posso pôr um braço ao peito. Que achas?
- Bem, também nao exageres. Continua apenas a armar-te em vítima que já lhe ganhaste o jeito.
- Isto até é giro pá.
- Olha e não te esqueças de dizer que os gajos te espancaram porque não perdoam a tua traição.
- Tá bem pá. Tá descansado.
- Enquanto isso eu vou dizendo que os gajos não gramam é o PS. Os gajos deram cá um jeito do caraças. São mesmo uns camaradas pá.
- Então não são!
- Vá, sorri menos um bocadinho. Mais sofrimento camarada, mais sofrimento. Eu nunca te prometi uma campanha alegre. Alegre não porra, que me lembro logo do Manel. Chiça pá.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Judite de Sousa


Foto Gonçalo Lobo Pinheiro (Olhares.com)

Judite de Sousa é hoje a jornalista que faz melhor a entrevista política em Portugal.
Ela diz à revista do DN de hoje que "Se Sócrates recusasse falar do Freeport não o entrevistava".
Outra coisa não seria de esperar.
Era só o que faltava que uma grande entrevista deixasse de fora o Freeport só porque Sócrates não gosta de falar do assunto.
Não gosta e demonstrou-o com a sua arroganciazinha costumeira.
Uma coisa é o "jornalismo" da TVI outra coisa é ignorar os temas incómodos para o PM.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Próximooooooo !



Moniz processa Sócrates

Sócrates processa TVI

Manuela processa Sócrates...

Próximooooo!

Jornal do Incrível


Entrevista José Sócrates
Moura Guedes processa primeiro-ministro

A directora adjunta da TVI decidiu processar o primeiro-ministro depois de Sócrates ter dito na RTP que o Jornal Nacional de sexta-feira é um "telejornal travestido" e uma "caça ao homem".
José Sócrates aproveitou a entrevista para tornar claro o seu desprezo pelos telejornais de sexta-feira na TVI.
"Aquilo não é um telejornal, é uma caça ao homem", é "um telejornal travestido", feito de "ódio e de perseguição", disse, queixando-se ainda da ausência de críticas entre os jornalistas ao tipo de jornalismo praticado por Manuela Moura Guedes.
"Vou processá-lo", foi assim que reagiu a directora adjunta de informação e pivô da TVI, Manuela Moura Guedes, contactada pelo DN, depois de ter ouvido a entrevista que o primeiro-ministro, José Sócrates, deu ontem à noite na RTP1, aos jornalistas Judite de Sousa e José Alberto Carvalho. (DN)

sábado, 28 de março de 2009

Conversa inconveniente

A conversa que "incrimina" Sócrates

Alan Perkins:- O que desencadeou a acção da polícia? A queixa era sobre corrupção...
Charles Smith: -O primeiro-ministro, o ministro do Ambiente é corrupto.
Alan Perkins:- Quando tudo estava a ser construído qual era a posição dele?
Charles Smith:- Este tipo, Sócrates, no final de Fevereiro, Março de 2002, estava no Governo. Era ministro do Ambiente. Ele é o tipo que aprovou este projecto. Ele aprovou na última semana do mandato, dos quatro anos. Em primeiro lugar, foi suspeito que ele o tenha aprovado no último dia do cargo... E não foi por dinheiro na altura, entende?Isto foi mesmo ser estúpido...
Alan Perkins:-Quando foram feitos os pagamentos? Como estava em posição de receber pagamentos se aprovou o projecto no último dia do cargo?
Charles Smith: -Foram feitos depois. Ele pediu dinheiro a dada altura, mas não...
Charles Smith: -João, foi aprovado e os pagamentos foram posteriormente?
João Cabral: -Certamente... Houve um acordo em Janeiro. Eles tinham um acordo com o homem do Sócrates, penso que é em Janeiro.
Charles Smith: -Sean (Collidge) reuniu-se com o tipo. Sean reuniu-se com funcionários dele, percebe? Sean e Gary (Russel) reuniram-se com eles.
Alan Perkins: -Houve um acordo para pagar?
Charles Smith: -Para pagar uma contribuição para o partido deles.
Charles Smith: -Nós fomos o correio. Apenas recebemos o dinheiro deles. Demos o dinheiro a um primo... a um homem...
Alan Perkins: -Mas como o Freeport vos fez chegar esse dinheiro?
Charles Smith: -Passou pelas nossas contas
Alan Perkins: -Facturaram ao Freeport, ok?
Charles Smith: -Ao abrigo deste contrato. Era originalmente para ser 500 mil aqui, desacelerámos, parámos a este nível, certo? Isso foi discutido na reunião, lembra-se? Ele disse: «Nós não queremos pagar». Se ler esse contrato, diz aí que recebemos três tranches de 50, 50, 50... Gary disse: «Enviamos o dinheiro para a conta da vossa empresa».
Alan Perkins: -Facturaram profissionalmente...
Charles Smith: -Sim!
Alan Perkins: -Entrou na vossa conta...
Charles Smith: -Entrou e saiu logo a seguir.
Alan Perkins: -Como sacou o dinheiro?
Charles Smith: -Em numerário. Foi tudo transacção em numerário durante dois anos... Tem de compreender, não sou assim tão estúpido. Posso ter sido estúpido para fazer isto, mas fui esperto o suficiente para em pequenas quantias de 3 mil, 4 mil euros. É por isso que demorou dois anos a pagar isso!
Alan Perkins: -Era do género pequenos envelopes castanhos por baixo da mesa.
Charles Smith: -Por baixo da mesa, exactamente.
Alan Perkins: -A quem? Imagino que o ministro...
Charles Smith: -Ele tinha agentes. Ele, o próprio, não está envolvido
João Cabral: -Um primo
Alan Perkins: -Ele tem um primo?
Charles Smith: -Sim
Alan Perkins: -Você só tinha de se encontrar com ele num sítio qualquer e...
Charles Smith: -Pois. Mas Gary e Sean encontraram-se inicialmente com eles num hotel de Lisboa e discutiram o assunto. Eles queriam um milhão.
Alan Perkins: -Um milhão!
Charles Smith: -Compreendo que a Freeport se queira distanciar...
Alan Perkins: -150 mil passaram pela vossa conta... você pagou isso?
Charles Smith: -Sim!
Alan Perkins: -E agora ficou com a conta dos impostos.
Charles Smith: -Exactamente.
Alan Perkins: -Pois. E foi este tipo, o Sócrates, não foi?
Charles Smith: -Eh... não, não foi... Ele não esteve pessoalmente envolvido nisso. Inicialmente esteve, mas...
Alan Perkins: -É ele o ministro?
Charles Smith:- Ele agora é o primeiro-ministro!
Alan Perkins: -Ele agora é o primeiro-ministro. Portanto, ele recebeu o dinheiro, mas recebeu-o através do primo, ou...
Charles Smith: -Sim, sim!
Alan Perkins: -Esses pagamentos foram feitos quando?
Charles Smith: -Foi em... deixei-me ver a tabela. João foi em Março de 2002?
João Cabral: -Foi aprovado.
Alan Perkins: -Então, quando foram efectuados os pagamentos?
Charles Smith: -Em 2002, 2003.
Alan Perkins: -Por que foi necessário pagar se o tipo já estava fora do cargo? Foi só por ter havido um acordo...
Charles Smith: -É. Tinha havido um acordo.
Alan Perkins: -Mas a aprovação do projecto foi quando ele estava no poder.
João Cabral: -Sim.
Alan Perkins: -Como ministro do Ambiente deu aprovação. Havia um acordo sobre o pagamento e os pagamentos foram depois, embora ele já não estivesse no Governo.
João Cabral: -Certo.
Alan Perkins: -Esses pagamentos foram honrados, não foram?
João Cabral: -O Sócrates tinha grandes ligações. É por isso que a gente tem medo de não pagar... É melhor continuar a pagar.
Charles Smith: -O que aconteceu foi na fase em que ele disse: «Eu consigo que vos aprovem isto».
Alan Perkins: -Sim...
Charles Smith: -«Falem com o meu primo». Então eu e o Sean reunimo-nos com o primo e o primo disse: «Vamos conseguir essa aprovação».

A ópera do "malandro"


No mesmo dia em que emitiu um comunicado a negar as acusações de "corrupto" e em que decidiu processar a TVI, Sócrates foi vaiado no CCB.
Chegou atrasado com a sua Fernanda para assistir à ópera Crioulo.
A assistência não perdoou e vaiou o casal.
O atraso terá resultado da má digestão do noticiário da TVI?
Ora aqui está um bom tema para uma das crónicas da Fernanda.
Será que ela terá coragem?
Reconheço que a posição da pequena é complicada.
Namorar com um primeiro-ministro e "ter de" criticar o seu governo volta e meia não deve ser fácil. Quando elogia dizem que é por ser a namoradinha de Sócrates.
Quando critica deve ter que ouvir das boas do Zézito.
É a vida.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Lá fora é que me compreendem



- Ah ah ah...Oh p'ra mim tão feliz. Aqui é que me sinto bem. Ao pé da Ângela, do Nicolas e do Zé Manel. Porreiro pá. Em Portugal é uma chatice: as manifs do PCP. O Alegre. O Freeport. Agora até o Nascimento Rodrigues a dizer que os socialistas comem tudo e não deixam nada. Bolas pá. Qualquer dia faço a mala, pego na Nandinha e mando-me por essa Europa fora. Em algum lado hão-de reconhecer as minhas capacidades.