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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Carregadinho de razão (apesar de tudo)

Teixeira dos Santos:
«As implicações orçamentais que decorrem desta alteração não são aceitáveis»
por «uma questão de credibilidade externa da politica orçamental» e por «uma razao de justiça e de equidade».

domingo, 24 de janeiro de 2010

Já chegámos à Madeira?


Albertix, por Carlos Paes

A Lei de Finanças das Regiões Autónomas define entre outras coisas o dinheiro que o Estado "dá" para as ilhas.
O arquipélago da Madeira tem duas ilhas.
O arquipélago dos Açores tem nove ilhas.
Durante muitos anos a lei foi cega a essa diferença, com repercussões inevitáveis ao nível da despesa pública.
A lei foi alterada e o Estado passou a tratar de forma diferente aquilo que era diferente.
Passou então a vir mais dinheiro para os Açores do que para a Madeira.
Alberto João Jardim não gostou e disse cobras e lagartos dos "comunas" do contenente.
Agora, voltou à carga e quer que a Assembleia da República aprove uma lei que apesar de continuar a "dar" mais dinheiro aos Açores, torna a grande diferença que existe numa diferença muito pequena.
O PSD Açores apoia.
Carlos César diz cobras e lagartos do PSD Açores.
E tem razão.
Já Berta Cabral não tem razão quando diz que está tudo bem , pois até vamos receber mais do que recebiamos.
Mas a questão não é essa. A questão é que a diferença que estava consagrada é atirada às malvas e voltamos quase à estaca zero.
Os Açores continuam a ter nove ilhas e a Madeira duas.
Nada mudou que justifique o esbater dessa diferença real através da distribuição do bolo.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Folclore


“Eu só desejo que nunca os Açores vejam o PS atraiçoar a sua própria terra. Eu não desejo que o PS faça como o PCP, o BE e o PSD, que trocam a sapateia pelo bailinho da Madeira”.
Carlos César, quinta-feira, na Assembleia Legislativa Regional, a propósito da proposta madeirense de alteração da Lei de Finanças Regionais.

domingo, 30 de agosto de 2009

O critério da banana


Jardim diz que o que conta é a população.
É um argumento estúpido.
O arquipélago da Madeira tem duas ilhas habitadas. Mas verdadeiramente Porto Santo é pouco mais que uma praia grande, onde Jardim vai beber umas cervejas e arrotar com os amigos no Verão.
O que é que Jardim investe no Porto Santo?
De quantos portos e aeroportos precisa a Madeira?
Vamos aplicar o critério população?
Jardim quer nove aeroportos?
Um na Câmara de Lobos, outro no Porto Moniz, outro na Camacha, outro ainda no Machico ?
O estúpido argumento da população sempre foi usado por alguns "cubanos" contra quem Jardim vocifera desde sempre.
Mas agora dá jeito o critério população?
O argumento da densidade populacional enferma do mesmo "pecadilho": mais uma vez voltamos à comparação da Amadora com os Açores ou com a Madeira.
Jardim quer que se invista mais na Amadora que nas regiões autónomas?
O único argumento que merece ser analisado é o da urografia em que a Madeira é "penalizada".
Quanto às importações Jardim esqueceu-se apenas de dizer também que importa areia de Marrocos para fazer praias!? Certamente um bem de primeiríssima necessidade.
Jardim até diz que os Açores tem mais vacas que a Madeira (o que é bem verdade).
Faltam-nos é bananas.
Vamos aplicar também o critério da banana?

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Em Roma sê romano e na Madeira...


Jerónimo de Sousa na Madeira não resistiu a usar todos os trunfos para agradar aos madeirenses.Mas escusava de ter cometido este equívoco.
Jerónimo de Sousa tem obrigação de saber que durante anos a Lei das Finanças Regionais foi mal aplicada exactamente porque tratou por igual o que era diferente.
Os Açores e a Madeira não são iguais só porque são arquipélagos.
Basta vermos que os Açores têm nove ilhas e a Madeira duas.
É preciso ir mais longe?