Mostrar mensagens com a etiqueta Literatura. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Literatura. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Livros: o "pior" e o "melhor"


Cormac McCarthy

The Times considerou O Código da Vinci, de Dan Brown, como "o pior" livro da década e A Estrada, de Cormac McCarthy, como "o melhor". Não li nenhum deles. O Código da Vinci nunca me seduziu. Mas tenciono ler A Estrada de Cormac McCarthy. Que também já foi adaptado ao cinema). Ainda não li nada dele. Só vi o filme No Country for Old Men (não gostei) baseado no seu livro. Mas pelas sinopses que já li sobre A Estrada acho que vou gostar.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Oh diabo :)



"Saramago escreveu outro livro. O seu título é “Caim”, e Caim é um dos protagonistas principais. Outro é Deus, outro ainda é a humanidade nas suas diferentes expressões. Neste livro, tal como nos anteriores, “O Evangelho segundo Jesus Cristo”, por exemplo, o autor não recua diante de nada nem procura subterfúgios no momento de abordar o que, durante milénios, em todas as culturas e civilizações foi considerado intocável e não nomeável: a divindade e o conjunto de normas e preceitos que os homens estabelecem em torno a essa figura para exigir a si mesmos - ou talvez seria melhor dizer para exigir a outros- uma fé inquebrantável e absoluta, em que tudo se justifica, desde negar-se a si mesmo até à extenuação, ou morrer oferecido em sacrifício, ou matar em nome de Deus."Pilar del Rio

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Os livros estão caros ... mas

Os livros estão caros...
mas só não lê livros quem não sabe ler...ou quem não quer.
Quando era miúdo ia, às quintas-feiras (ainda me lembro do dia!?) à biblioteca itinerante da Gulbenkian. Levava sempre o máximo permitido (5 livros) e devorava-os antes da nova passagem da biblioteca itinerante.
Tudo isto para dizer que hoje ainda há Gulbenkian e bibliotecas que emprestam livros.
Mas para quem quer comprar livros há frequentemente umas pechinhas, geralmente disponiblizadas por jornais ou revistas.
Ainda há pouco enriqueci a minha biblioteca com mais alguns livros, graças às revistas Sábado e Visão. Esta última com uma interessante colecção (Frente e Verso), com uma antologia de contos de um lado e poesia do outro. E quanto custou cada livro ? € 0,50 (€0,65 nos Açores). A colecção da revista Sábado foi vendida a 1€ (1.30€ nos Açores).
Os livros estão caros...mas

Colecção Frente e Verso (Visão):

Manuel Alegre - A terceira Rosa (prosa) / Livro do Português Errante (poesia)
Nuno Júdice - O Anjo da Tempestade (prosa) / Pedro, Lembrando Inês (poesia)
Mia Couto - O Fio das Missangas (prosa) / Raiz de Orvalho e Outros Poemas (poesia)
Maria Teresa Horta - Antologia de Contos (prosa) / Só de Amor (poesia)
Mário Cláudio - O Anel de Basalto (prosa) / Dois Poemas (poesia)
Ondjaki - O assobiador (prosa) / Há prendisajens com o Xão (poesia)
João Melo - The serial Killer (prosa) / Auto-Retrato (poesia)
Fernando Pinto do Amaral - Contos (prosa) / Poemas Escolhidos (1990-2007) (poesia)

Quarta edição da colecção Biblioteca Sábado:

Mar Morto (Jorge Amado)
O Quarto Protocolo (Frederick Forsyth)
Samarcanda (Amin Maalouf)
Os Filhos da Meia Noite (Salman Rushdie)
As Cidades Invisíveis (Italo Calvino)
Lolita (Vladimir Nabokov)
Vasto Mar de Sargaços (Jean Rhys)

terça-feira, 14 de abril de 2009

Soeiro Pereira Gomes e Dias de Melo

Soeiro Pereira Gomes nasceu há 100 anos.
Ele foi um dos escritores que me fez apaixonar pelo neo-realismo.
"Esteiros", com ilustrações de Álvaro Cunhal, dedicado aos "filhos dos homens que nunca foram meninos", foi um dos livros que mais me marcou.
Por cá, nos Açores, não podemos falar propriamente numa estética neo-realista, mas eu arriscaria em incluir uma boa parte da obra de Dias de Melo nessa corrente.
No continente o neo-realismo retratou sobretudo a exploração dos camponeses nos campos de trigo alentejanos.

Por cá Dias de Melo retratou como ninguém a exploração de que foram alvo os baleeiros.
É uma teoria literária ingénua? Talvez, mas também não sou crítico literário. :)



sábado, 21 de março de 2009

"Olha o Murakami fresquinho" :)

Não, não se trata de nenhum gelado. É o último livro de Haruki Murakami. Mal o vi, agarrei-o e trouxe-o comigo. Guloso, como sempre. Já tinha decidido: vou ler tudo o que se publicar de Haruki Murakami. Só fiz isso até hoje com outro escritor: Gonzalo Torrente Ballester. Penso que não é preciso dizer mais nada. Por mim, basta ter escrito na capa Haruki Murakami. Nem preciso de ler o que dizem as mais que sintéticas críticas da capa e contra-capa. Mas para quem tem dúvidas deixo apenas esta: "Este livro faz doer o coração...Estamos diante de um tratado eloquente sobre o poder, a um tempo vertiginoso e irracional, do amor e do desejo." (Independent on Sunday)