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domingo, 24 de janeiro de 2010

Zapping

O presidente honorário do PS, Almeida Santos, disse hoje que Alberto João Jardim, fez «uma obra positiva» na Madeira e que é «economicamente sério».

Ser socialista e dizer bem de Jardim é algo a que os presidentes da Assembleia da República estão obrigados? É que já Jaime Gama,depois de chamar Bokassa a Jardim, tinha ido à Madeira ao beija-mão.

O antigo ministro socialista Jorge Coelho, actual CEO da Mota-Engil, nega qualquer promiscuidade com o poder político e diz estar farto «de levar pancada».

Longe vão os tempos em que Coelhone dizia «Quem se mete com o PS ... leva».

Pilotos "obrigados" a ter curso de ética após conversas sobre a empresa no Facebook
A TAP convocou nove dos seus pilotos para um "curso de ética" alegadamente por estes terem discutido assuntos da empresa na rede social Facebook. Os pilotos acham que é uma "sanção disciplinar ilícita" e discriminatória, que pode culminar em greve.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Zapping


O Messias

"Começa a ter contornos messiânicos [a eventual candidatura de Carlos César à presidência do governo em 2012] (...) Se Carlos César quiser ser coerente com aquilo que disse e até com as intenções dele aquando da aprovação do Estatuto,não se candidata mais vez nenhuma (...)
Não deixa de ser interessante que algumas figuras do PS, a três anos de distância , já sintam todo um sofrimento relativamente à sucessão.
Eu tenho o meu próprio exemplo em que a direcção do PS (de que fazem parte além de Carlos César,José Contente, Vasco Cordeiro e Ricardo Rodrigues) entendeu que oito anos era muito tempo para eu ser presidente da Assembleia Legislatva Regional. Ora no plano das hipóteses,o Presidente do Governo pode completar estes 16 anos e fazer mais doze".
Fernando Meneses,Correio dos Açores

Contra-informação

(...) tem sido frequente que, perante as perguntas dos jornalistas,os Secretários adiem a resposta para "o final do dia" ou dia seguinte, apenas como forma de ganhar tempo e usarem o GACS para antecipar a notícia e virar uma estória potencialmente desfavorável em algo a que "o governo garante estar atento" e com promessa de resolução atempada".
Paulo Simões,Açoriano Oriental

Atchim!

"A imagem da equipa de saúde que se encontra no aeroporto de Ponta Delgada não transmite nenhum sentimento de segurança,bem pelo contrário,o desconforto e o alarmismo instalam-se nos viajantes (...) Fiquei assim sem perceber o que faziam aquelas duas 'almas de Cristo' com um ar infeliz e a transmitir uma imagem terceiro-mundista com um décor vanguardista".
Aníbal Pires,Açoriano Oriental

Lina patroa, Lina empregada

"E aquela senhora [Lina Mendes] que outrora sendo professora não progrediu na carreira por excesso de faltas mas hoje ironicamente exige a máxima assiduidade aos docentes,continuará a reclamar a justiça da penalização para cada professor que adoecer, for a tribunal ou tiver uma licença parental?" Joaquim Machado, Açoriano Oriental
Este não falta

Em quatro anos e meio de legislatura
Açoriano Jaime Gama é um dos sete deputados sem qualquer falta na Assembleia da República.
Título do Correio dos Açores

Tarde e a más horas

"A ilha do Pico tem sofrido,ao longo dos tempos, perdas tamanhas provocadas pelo despotismo e incompreensão daqueles que dirigem os povos e que nem sempre têm o discernimento suficiente para conduzir, com critério e superior visão, os destinos desses mesmos povos. E vêm sempre tarde as emendas das tropelias cometidas".
Ermelindo Ávila, Jornal do Pico

terça-feira, 28 de abril de 2009

Zapping

Cão que ladra...

"Estava José Sócrates numa situação pública quando uma jornalista se aproximou: "Posso?", disse ela. Respondeu Sócrates: "Claro, eu não mordo." E ela: "Não morde, mas rosna. E às vezes rosna muito."
A história foi contada, no domingo, pelo jornal Público. Temos, assim, que uma jornalista, no exercício das suas funções, disse a alguém sobre quem escrevia: "Você rosna." Tenho a dizer o seguinte: está tudo maluco. Ao almirante Pinheiro de Azevedo irritava-o ser sequestrado; a mim é mais conversas parvas."

Ferreira Fernandes (DN)

... também morde

"Em Janeiro, a propósito da entrevista à SIC, critiquei aqui Ricardo Costa pela agressividade excessiva e gratuita em relação ao chefe do Governo. Digo agora que, pela forma agreste e inconveniente como foi tratada pelo primeiro-ministro na entrevista desta semana à RTP, quem tinha boas razões para se ter levantado da cadeira era Judite de Sousa. Talvez julgando que não, José Sócrates apenas se diminui quando se põe a discutir perguntas, ou a questionar as motivações de quem as faz. Na prática, comete o mesmo erro dos tais jornalistas, porventura demasiado próximos no passado, para quem uma entrevista do primeiro-ministro tem que ser um combate de boxe. E - o que é pior - um combate entre iguais".
Fernando Madrinha (Expresso)

Não foi o "ami" Sarkozy que denegriu os líderes europeus?

"Sucede que, como era inevitável, à implosão do comunismo, em 1989-90, seguiu-se uma nova implosão: do capitalismo financeiro-especulativo. Os anos finais de Bush representam o fim de uma era, que começou com a senhora Thatcher e o presidente Reagan e continuou com Blair, Berlusconi, Aznar e Bush pai.
A inteligência americana foi a primeira a reagir, sendo que o Iraque se tornou num novo Vietname. A cidadania global produziu um novo líder na América: Barack Obama, um afro-americano, humanista e habilíssimo político, arauto de uma nova era.
É aí que estamos. Com a União Europeia, desprovida de líderes e a reagir muito pouco e mal, na esperança de que tudo fique na mesma. Impossível! A crise global está instalada, entre nós, e para ficar, por algum tempo mais. Que fazer?"

Mário Soares (DN)

O empresário do regime

"Durante anos, mais em privado do que em público, os empresários queixavam-se do poder político. Nesta legislatura aconteceu um milagre. O poder empresarial, mais em público do que privado, adora o poder político. Para ser mais preciso, adora José Sócrates.
A paixão é tão intensa que hoje em dia já é difícil encontrar um projecto empresarial que não esteja associado ao primeiro-ministro, ou uma iniciativa governamental na esfera económica em que não seja visível algum interesse empresarial em fundo.

(...)O poder empresarial está rendido. Isto é muito melhor do que alguma vez imaginou. Um primeiro-ministro com espírito de empresário é uma dádiva dos céus. E, por isso mesmo, paga na mesma moeda. É raro o dia em que um empresário, dos que contam, claro, não aparece num jornal, ou numa televisão, para garantir aos portugueses que, sem José Sócrates, seria o caos.
O poder empresarial, o que conta para o poder político, ganhou um inesperado e super administrador executivo. Chama-se José Sócrates."

Luís Marques (Expresso)