quarta-feira, 3 de junho de 2009

Beatriz no Teatro


Beatriz Batarda

Beatriz Batarda, "De homem para homem"

A peça "De Homem para Homem" é o primeiro monólogo de Beatriz Batarda.
O texto, de Manfred Karge, conta a história de Ella, ao longo de quase 50 anos, que percorrem também a História da Alemanha dos anos 30 até ao início dos anos 80.
Ella é uma mulher que não consegue arranjar emprego e se casa com um homem mais velho e doente para ter casa e comida. Quando descobre que o marido tem cancro, decide fazer-se passar por ele para não perder o emprego.

Sexta-Feira, 21h30,Teatro Micaelense

Um blog é como uma casa ...

1)
... e como eu gosto muito da minha casa, gosto de a ver limpa. Só entra na minha casa quem vem por bem. Neste blog vai passar a ser assim. Nos últimos tempos, tem andado por aqui alguém apostado unicamente em chamar-me nomes. Coitado, parece tirar daí uma grande satisfação. (Há pessoas com objectivos limitados).
Não apresenta um argumento para me chamar esses nomes.
Se o fizesse ainda me daria ao trabalho de analisar os argumentos.
Mas não. Vem aqui, entra, senta-se em minha casa e chama-me nomes. Quando me fartei, atirei com ele, mais o seu lixo, porta fora. Ainda estou para perceber o que leva uma pessoa a perder tempo, visitanto blogs de que não gosta, só para dizer que não gosta do seu autor e das suas ideias, chamando nomes. É masoquismo a mais para o meu entendimento. Eu não visito as casas das pessoas de que não gosto. E quando visito blogs de que não gosto, calo-me ou tento explicar porque não gosto. Sem chamar nomes ao dono da casa.

2)

Ora, como gosto de ter a casa limpa, e como não gosto de ter em casa pessoas a insultar tudo e todos (pessoas que eu possa conhecer ou não) assim será também neste blog.
A quem aqui vier apenas para insultar e lançar acusações, que não quer e/ou não pode provar, vai ter o mesmo destino. Vai ser posto fora. Até porque quero manter um ambiente saudável para que os meus amigos, aqueles que vêm porque gostam da minha casa, se sintam bem aqui.
São poucos mas bons. E repito o que sempre disse desde que abri esta janela: não ando aqui para fazer corridas com ninguém.
Se não gosto que venham a minha casa falar mal de mim, também não gosto que venham a minha casa falar mal dos outros. Falar mal no sentido de caluniar, sem mais nem menos.
Ou mesmo caluniar pensando que têm razões para tal.
Eu faço, naturalmente, os meus juízos de valor neste blog. Subjectivos.Discutíveis. E discutidos, quando as pessoas entendem assim.
Mas não sou juiz para ajuizar em causa alheia, para confirmar ou refutar os juízos de valor dos outros, muito menos quando envolvem calúnias. Não me apetece, nem estou naturalmente habilitado para julgar todas as calúnias que queiram fazer.
Por isso façam-nas nos vossos blogs (é tão fácil ter um blog, como dizia o outro) ou de quem as permitir. Não contem comigo para isso.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Para acabar de vez com "as ilhas"

Post Scriptum ao post anterior.

(Para encerrar este capítulo "das ilhas" (pelo menos da minha parte)
Depois disto quem não quiser perceber o que disse, que seja muito feliz com as suas teorias.)

1.Nasci na ilha do Pico.

2.Conheço, muito bem todas as ilhas dos Açores, inclusive S.Miguel onde resido.

3.Gosto, e desgosto, de coisas e pessoas de todas as ilhas.

4.Há pessoas "boas" e "más" em todas as ilhas.
Melhores e piores.
Trabalhadores e malandros.
Competentes e incompetentes.
Espertos e tolos, etc, etc, etc

5.Nenhuma ilha detem uma "casta apurada" superior às outras.(Aliás parece já estar provado também que não há "sangue azul".)

6.Um corvino não é pior que um micaelense e vice-versa.
Pode um ter mais condições que o outro, por razões que nada têm a ver com a pessoa em si.

7.Há pessoas de S.Miguel que se referem às outras ilhas dos Açores como "as ilhas".

8.Percebo que algumas pessoas o fazem sem qualquer sentimento de superioridade (que não tem razão de ser aliás.S.Miguel é a ilha maior e o Corvo a mais pequena, mas nenhum micaelense e nenhum corvino têm qualquer mérito ou demérito na criação das ilhas, julgo eu).
Percebo até que,por vezes, dê jeito utilizar essa expressão.
Por exemplo, se se pergunta a alguém de onde é uma pessoa e se essa pessoa sabe que o fulano é dos Açores mas não sabe de que ilha, até se percebe que a resposta seja "É das ilhas".

9.No entanto se este diálogo ocorrer, por exemplo no Corvo, não é hábito dar uma resposta idêntica.Talvez respondam "Sei que é dos Açores, mas não sei de que ilha".

10.A verdade é que algumas pessoas usam a expressão depreciativamente,com a intenção de "gozar" com as pessoas das outras ilhas, rebaixando-as a uma condição de "atrasadinhos".

11.Nascido no Pico, não tenho nenhum sentimento de superioridade em relação a quem tenha nascido no Corvo, tal como não tenho nenhum sentimento de inferioridade em relação a quem quer que seja que tenha nascido em S.Miguel. Nem sequer em relação ao Presidente do Governo Regional.

Notas finais:

- O primeiro comentário ao meu post anterior é elucidativo de tudo o que disse.
Não faço ideia se o seu autor passou ou não da cepa torta. Por mim não estou nada desgostoso com a minha cepa.
Já vivi em muitas ilhas e já olhei para muitas ilhas.Com olhos de ver.
E trabalhei tanto numas ilhas como noutras.
Esse "argumento" é pequenino.
Inversamente proporcional à dimensão de S.Miguel.
Já assisti em S.Miguel a muitos eventos onde nem estava meia dúzia de jornalistas.
Como deve saber (embora o queira ignorar deliberadamente porque lhe dá jeito para a sua "tese") é que essa coisa da falta de adesão/participação nas mais diversas iniciativas é um mal geral.

- Menina da Rádio, essa das "ilhas de baixo" dava ainda para mais conversa. Acho piada à expressão, quando usada na brincadeira (eu próprio a utilizo frequentemente) , mas ouvi-la a sério não me dá qualquer vontade de rir.
Se virmos bem as "ilhas de baixo" são S.Miguel e Santa Maria. A não ser que se queiram referir ás ilhas que estão "por baixo". Mas aí voltamos ao mesmo. Para esses a minha resposta está dada atrás.

- Ao anónimo que me diz "Quer ver Santa Maria todos os dias?Passe pela Povoação, zonas altas".
Olhe que não é bem assim. Santa Maria não se avista todos os dias. Nem das zonas altas da Povoação. Passo com alguma frequência na Povoação e muitas vezes não se vê Santa Maria.
E quando a visibilidade é boa até se vê Santa Maria a partir da zona de Ponta Delgada.

-Maninha, olhe que nem sempre estamos perante "um mero deslize linguístico...igual a tantos outros".
Mas tem toda a razão quando diz que estou a dar muita importância a isso.
Portanto, ponto final.
Da minha parte,pelo menos.
A não ser que alguém queira rebater os meus argumentos com outros argumentos.
Para ofensas gratuitas não estou em casa.

Ah, e por ofensas gratuitas, de um comentário que nada tinha a ver com o tema "das ilhas"
(que eu vou apagar) a resposta vem já a seguir.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

No Dia dos Açores


Pedro Sousa, AzoresAirPhotos.com

Frequentemente, há quem se refira à noção (visual) de arquipélago, afirmando, com razão, que é nas ilhas do triângulo que essa noção é mais marcante.
Esta espectacular fotografia de Pedro Sousa é uma prova eloquente dessa tese arquipelágica :)
A maioria dos açorianos (micaelenses) passa os dias sem ver nenhuma ilha, a não ser a sua.
(Só a ilha de Santa Maria se avista de S.Miguel (da costa Sul), e apenas em alguns dias.)
Isso ajuda certamente a explicar o facto de se referirem às outras ilhas como as ilhas...como se vivessem num continente. Percebo que muita gente o faça, por essa falta de noção de arquipélago, e não por qualquer sentido de superioridade tola sobre os açorianos das outras ilhas.

O Remígio e a babugem


Carlos César não vai esquecer tão cedo o nome Remígio.
É que o tenor luso-canadiano, filho de pais açorianos, "obrigou" o Presidente do Governo a cantar em plena sessão solene do Dia da Região, em Toronto.
A coisa lá se safou - e Carlos César até tem voz - mas foi insólito e deve ter causado calafrios em alguns dos que assistiam ao vivo ou pela televisão.
É que às vezes a diferença entre o ridículo e um brilharete pode estar numa nota só :)
Remígio Pereira faz parte dos Tenores Canadianos.
Nunca tal tinha ouvido falar, mas fiquei curioso de conhecer o trabalho do grupo.

Canções à parte, Carlos César esteve igual a si próprio no discurso.
Até citou Sócrates (o filósofo)!? Em grego clássico !!!???
E não citando Sócrates, Primeiro Ministro, deve-lhe ter causado algum incómodo com esta tirada
(tendo em conta o "amor" do candidato Vital Moreira pelas autonomias):

(...) "os Açores são a fronteira de segurança próxima da América e são a mais relevante fronteira europeia de cooperação internacional em matéria de segurança do Mundo Ocidental.

Uns por ignorância, outros por preconceito forjado na babugem centralista, não compreendem o país assim. Desconsideram-nos, é certo, mas, pior, desbaratam o sentido mais útil da dimensão nacional. Compete-nos lembrar-lhes tudo isso em todos os momentos. É o que lhes lembramos, uma vez mais, neste Dia."


Aquela da "babugem centralista" está de mais :)
Babugem quer dizer baba ou espuma nojenta!?

O discurso, na íntegra, aqui.

domingo, 31 de maio de 2009

Toma e embrulha

"Eu não sei como, ou se, essa senhora negoceia as suas entrevistas, mas ela é que tem de explicar como chegou a essa conclusão. O que eu sei é que nunca na minha vida fui alvo de um comunicado como o da ERC ao meu trabalho. E o que eu sei também é que ela foi condenada de forma muito violenta pelo conselho deontológico", afirmou ao DN José Alberto Carvalho que acrescentou: "Eu não sou da mesma geração dela, nem me revejo na mesma profissão que ela exerce. Moura Guedes é um exemplo de péssimo jornalismo, se é que se pode chamar jornalismo ao que ela faz."

José Alberto Carvallho, director de Informação da RTP, reagindo à entrevista de Manuela Moura Guedes ao jornal i, em que esta acusa Judite de Sousa e José Alberto Carvalho de terem sido impedidos pelo primeiro-ministro José Sóctares de dizerem a palavra "corrupto" durante a entrevista, feita a 22 de Abril.

"Paroles, paroles, paroles..."


Maria do Céu Patrão Neves anda a fazer pela vida.
No seu périplo pelas ilhas, passou também no Pico.
Eu sei que os candidatos "têm" que ser simpáticos, têm que prometer e "têm" que dizer em cada sítio por onde passam que esse sítio é prioritário.
Mas por vezes as conversas não sabem a nada.
Maria do Céu diz que foi

"à ilha maior, que combina a imponência da sua montanha com a grandeza das suas gentes: desde os antigos baleeiros que, afoitos, se faziam ao mar para seu sustento, levando a sua arte até à América, aos actuais picarotos que enfrentam o desafio de, preservando a tradição, se abrirem à inovação.
Nos currais da vinha, como nas pescas e na pecuária, como nos transportes e no turismo, como na cultura e na educação, como em todos os domínios económicos e sociais, a exigência é sempre a de valorizar o que nos é próprio e rentabilizá-lo na nossa relação com outros.
Este é, afinal, o desafio de todos os açorianos!"

São palavras bonitas, só isso.
Mas nem são inovadoras.
São apenas prosa poética.
Repetidas ilha a ilha.
(Até o Corvo é uma ilha pequena...mas grande!?)
E como não sei se a candidata sabe onde nasceu a designação "ilha maior", deixo-lhe o poema de Almeida Firmino.

Minha ilha sem bruma
Sem distância a percorrer
Onde o vento é o donatário
Único senhor e rei
Sem eu mesmo o saber.

Ilha Maior no sonho e na desgraça
Sempre a acenar a quem ao longo passa
Nos navios rumo ao Canadá e América.
Ancoradouro de aves, poetas e baleeiros,
Heróis sem nome, com um pé em terra e outro no mar,
Quantas vezes em vão a balear.

Negra, negra, negra e cativa
Ilha Maior, minha Ilha-Mãe adoptiva,
Maravilha de lava e altura!
El-rei Sebastião, o Desejado,
Veio um dia, nunca mais voltou.
E é aqui, cavada a seu lado,
Que eu quero ter a minha sepultura.

(In Narcose, de Almeida Firmino)

P.S. 1

Há muita gente rendida a Maria do Céu Patrão Neves.
(Alguns têm de se mostrar rendidos, por conveniência partidária).
E ela terá certamente os seus méritos.
Mas,na ânsia de realçarem as suas aptidões, dizem-se coisas sem grande sentido.
Até Mota Amaral veio dizer que


Como se Duarte Freitas não tivesse sido um deputado por inteiro
e como se o facto de ser especialista em questões agrícolas tivesse sido prejudicial para os Açores.
Como se o facto de Maria do Céu Patrão Neves ser "especialista em generalidades" (esta roubei ao Nuno Barata) fosse uma grande mais valia...
P.S.2
Parece que foi o primeiro comentário de Mota Amaral num blog.
Ok, tem piada. Mas não exageremos.
Considerar isso como "Facto Político da Semana" ...é para rir.
(Não foi o Rui Lucas que um dia destes desvalorizou o impacte dos movimentos que vão acontecendo por aí na blogosfera? E agora Mota Amaral escreve um pequeno comentário num blog e é o "facto político da semana"?
Por muito que possa custar ao PSD, o facto político da semana é a comemoração do Dia dos Açores no Canadá.
Aliás o PSD criticou, mas enviou alguns deputados a Toronto e hoje até ouvi um deles no Telejornal a tecer loas à comunidade açoriana no Canadá.
É óbvio que no intervalo de uma garfada de sopas, preparadas pelos emigrantes, era inconveniente criticar o destaque que o Governo e Assembleia Regional decidiram dar a essa comunidade.

E ele a dar-lhe...


Professores em protesto.
Diz que eram 70 a 80 mil.
Todos comunistas, claro.

sábado, 30 de maio de 2009

[quazorean] Uma nova luz na blogosfera

Recentemente este mundo da blogosfera tem-me desiludido um pouco.
Acho que alguns blogs têm vindo a perder chama (talvez pela debandada para o Twitter ?)
Mas há sempre uma nova luz que surge.
Descobri agora o [quazorean].
Talvez porque só agora tenha aderido ao Planeta Açores?
De qualquer modo, gostei.
Daí a referência que se justifica.
Para já parece-me um bom blog.
Tem a particularidade de ser escrito em inglês.
Mas hoje em dia quem não "arranha" (pelo menos) o inglês?

O Papa, o chapéu e as criancinhas


Esta fotografia chamou-me a atençaõ por duas razões.
Já repararam no chapéu do Papa?
A minha primeira reacção foi pensar que depois dos sapatos Prada, tinhamos agora um chapéu Prada?
Mas não, trata-se afinal de um chapéu "à saturno".
(João XXIII também tinha usado um chapéu destes).
E a outra razão?
Já viram a cara de aflição da criança?
Havia necessidade destes teatros?
Em nome de Deus?
Em nome de um mundo melhor?

Cala-te boca !


(Expresso)

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Imagem e conteúdo


Diz que a Sata apresentou a sua nova imagem em Toulouse.
Por mim gostava mais da imagem actual.
Os "açores" novos não me convencem.


Mas é apenas uma questão de gosto. E isso quando se fala de aviões é uma questão menor.
O que importa é que os novos (?) aviões DASH sejam tão seguros como os ATP.
E não há nada que faça desconfiar do contrário, apesar de umas campanhas negras que andaram por aí a circular.
Mesmo assim, dizerem que a nova imagem é "mais competitiva"...
Ah, e parece que o estudo da nova imagem da SATA levou quase um ano !?
P.S.
Na foto do blog O voo do silêncio, vejo o presidente da SATA, com um cartaz atrás de si em que se lê BIA. Não, não é um diminutivo de Beatriz.
É a abreviatura de
Blue Islands Açor !
BIA? Hein?
É uma ideia demasiado profunda. Tão profunda como "The Atlantic ... and you".
Comigo não.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

A arte de Ron Mueck


"the blue fairy whispers to pinocchio",pintura de Paula Rego


Pinóquio, escultura de Ron Mueck


O escultor hiper-realista Ron Mueck nasceu em 1958 em Melbourne, Austrália.
Os seus pais eram fabricantes de brinquedos.
Ron dedicou-se durante muitos anos às marionetas.
Trabalhou inclusive na Rua Sésamo e nos Marretas de Jim Henson.
A sua carreira iria mudar radicalmente em 1996 ... e a "nossa" Paula Rego (sua sogra) foi a "culpada". Na altura Paula Rego, radicada em Inglaterra, precisava de um modelo para pintar o Pinóquio. E pediu a Ron para fazer essa escultura.
O coleccionador de arte Charles Saatchi viu a obra e encomendou-lhe de imediato outros trabalhos. Foi verdadeiramente o início da aventura artística de Ron Mueck.
As suas esculturas são verdadeiramente perturbadoras.
Parecem mesmo vivas.











quarta-feira, 27 de maio de 2009

Jornal do Incrível


Governo quer pagar 1,5 euros por cada hora extraordinária à GNR. !!!!!!???????

terça-feira, 26 de maio de 2009

Chegou a hora?


- Oh Medvedev pá achas mesmo que já chegou a minha hora ?

Os portugueses não devem apoiar Durão Barroso para continuar a presidir à Comissão Europeia só porque é português.
É que assim transformamos isto num medíocre Festival Eurovisão da Canção, em que se vota no vizinho...porque é vizinho e não porque canta bem.
Durão Barroso tem cantado bem na Comissão Europeia?
Ou tem desafinado?
Ou tem sido apenas um menino do coro?
O "caniche" da Angela Merkel, como disse o outro?
Não tenho uma opinião formada.
Mas não apoiaria Durão só por ser português.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Assim não!



Gostava que o Santa Clara tivesse subido...no campo.
Ganhar na secretaria não é bonito.
Em nenhuma circunstância.
Mesmo que seja "legal".

The story of stuff


Hoje não se comemora o Dia do Ambiente...
mas todos os dias são dias do ambiente.
Veja aqui o excelente vídeo "The story of stuff", com Annie Leonard.
(Pode escolher a versão legendada em português)

domingo, 24 de maio de 2009

I've got mail: O leite.

Europeias: a imagem e as palavras

Diz-se (ainda?) que uma imagem vale mais que mil palavras.
Se ainda é assim, ou se uma imagem já vale mais do que mil palavras,então o candidato do PS ao Parlamento Europeu está em clara desvantagem para a candidata do PSD.
Este cartaz do PS é muito mauzinho.
Luís Paulo Alves parece que tem duas caras!?
Reparem bem na metade direita e na metade esquerda.
Se o homem fosse feio...
Mas não se conseguiu uma fotografia melhor?


Já Maria do Céu Patrão Neves é mais fotogénica. Ou foi melhor fotografada.
Mas uma coisa é certa: nas fotografias, imagem, está a ganhar.
E está-se a mexer e a fazer pela vida.
Quem como ela partiu para esta luta com o peso do Duarte Freitas às costas...
Ganhou claramente a pré-campanha.
Por falta de comparência do candidato do PS, que andou muito desaparecido.
Estratégia? De política não percebo nada, mas parece-me uma estratégia esquisita.
Vamos ver o que se passa na campanha.

sábado, 23 de maio de 2009

É vital dar mais vida ao Vital


Paulo Novais (Lusa)
O PS, e a JS, sabem que o candidato Vital tem de ganhar mais vida ... se quer ganhar mais votos.
Eis o homem-de-gabinete, num esforço de equilibrio, para mostrar que está aí para as curvas.
Apesar de tudo, continuo a achar que houve aqui um "erro de casting".
E já nem falo naquela coisa "pouca" do homem detestar tudo o que tenha a ver com o reforço das autonomias regionais. Acho apenas que Vital Moreira não tem mesmo jeito para isto. É uma opinião. Que vale o que vale. E para Vital Moreira mais vale que valha pouco.Esta opinião.