... que vi os sapatos vermelhos da Rita.
Tão perto e tão longe.
Da próxima é que vai ser.
E vocês, gostaram?
domingo, 14 de junho de 2009
Ainda não foi desta...
sábado, 13 de junho de 2009
Biblioteca de Pessoa digitalizada
O projecto era ambicioso: digitalizar integralmente a biblioteca de Fernando Pessoa. 1400 livros, digitalizados ao ritmo de 30 por dia ao longo de um ano. No site da Casa Fernando Pessoa todos vão poder folhear os livros do poeta, encontrando notas que Pessoa foi deixando nas margens. Um contributo valioso para saber mais sobre Fernando Pessoa. (Sapo)
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Poesia
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Mais coração que razão :)
Diana Krall "remenda" como ninguém o coração partido dos Bee Gees.
Eu sei que é "melicodoce" mas eu sou guloso :)
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Lá vai Lisboa

Carlos César vai às marchas populares a Lisboa.
Porque será?
a) Porque este ano não quer ir às Sanjoaninas com receio de uma pega de caras.
b) Porque a Marcha Oficial das Sanjoaninas vai estar presente nas Marchas de Lisboa, e assim mata dois coelhos de uma cajadada.
c) Porque quer começar a procurar casa em Lisboa para quando abandonar o Governo Regional, e vai aproveitar uma cunha do amigo António Costa.
d) Porque não quer dar de caras com Vital Moreira, que, dizem as más línguas, tencionaria vir
uns dias de férias aos Açores.
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Os discursos não são todos iguais

As mulheres fartas dos homens dizem que "os homens são todos iguais" (igualmente maus)
Os homens fartos das mulheres dizem que "as mulheres são todas iguais" (igualmente más)
Os portugueses fartos dos políticos dizem que "os políticos são todos iguais" (igualmente maus).
Não estou de acordo com nenhuma destas desanimadas sentenças.
Nem sequer em relação aos políticos.
Nem em relação aos discursos.
O discurso do 10 de Junho deve ser dos mais díficeis.
Como é que se consegue dar vida a um moribundo orgulho português?
O sociólogo António Barreto fê-lo muito bem.
Gostei de ouvi-lo exortar políticos, empresários, sindicalistas e funcionários a serem exemplo para os outros portugueses.
Acho que é nestas alturas que se pode utilizar o termo "lapidar".
O que disse António Barreto:
P.S.
Não ouvi o discurso de Cavaco Silva. Os seus discursos não serão todos iguais, mas duvido que tenha conseguido dizer o que (e sobretudo, como) disse António Barreto.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Os medalhados





Há dias os Açores entregaram as suas insígnias (muitas).
Hoje é o PR que entrega as suas insígnias (muitas).
Confesso a minha ignorância, desconheço muito dos que vão ser agraciados.
É mau para mim, porque revela os meus fracos conhecimentos da vida do meu país.
Mas será bom se essas insígnias forem merecidas: Quer dizer que temos muita gente com valor.
No I.online encontrei esta lista. "Conheço" 9 !?
ORDEM DE INFANTE D. HENRIQUE
António Gentil Martins (Grã-Cruz)
Joana Vasconcelos (Comendador)
Ana Hatherly (Grande Oficial)
Roberto da Luz Carneiro (Grã-Cruz)
António Freitas Cruz (Grande Oficial)
Francisco Moita Flores (Grande Oficial)
Luís Valadares Tavares (Grande Oficial)
Manuel C. Andrade (Grande Oficial)
Maria Raquel Seruca (Grande Oficial)
Bento Amaral (Oficial)
ORDEM DA LIBERDADE
Paulo de Carvalho (Oficial)
Paulo de Carvalho (Oficial)
ORDEM DE CRISTO
Eng.º Pedro Pires de Miranda (Grã-Cruz)
Eng.º Pedro Pires de Miranda (Grã-Cruz)
ORDEM DE SANT'IAGO DA ESPADA
Artur Cruzeiro Seixas (Grande Oficial)
Artur Cruzeiro Seixas (Grande Oficial)
Maestro Álvaro Cassuto (Grande Oficial)
ORDEM DE AVIS
António João Neves de Bettencourt (Grã-Cruz)
António João Neves de Bettencourt (Grã-Cruz)
Francisco António Fialho da Rosa (Grã-Cruz)
Artur Manuel G. R. Proença Prazeres (Grã-Cruz)
MAIS CONDECORADOS
Armando Leandro;
P. Dâmaso;
Fernando F. Santo;
Francisco José Viegas;
José A. Falcão;
José Duarte;
Joaquim M. Alves;
José Soromenho Ramos;
Vasco C. de Faria;
UGT;
Júlio de Jesus;
Joaquim de Azevedo;
Rogério F. Ferreira;
Céu N. Roldão;
Joaquim Torres;
Leonor Freitas;
Manuel Veiga;
José dos Santos;
Fernando Simões;
Joaquim Pereira
No Correio do Minho encontro uma lista com 20 personalidadaes residentes no estrangeiro.
(Conheço a Eugénia Melo e Castro!?)
Ordem de Sant´Iago da Espada
- José Maria Conceição Nunes - Espanha (Grande Oficial)
- Isabel Meyrelles - França (Comendador),
- Caetano Maria Pacheco dos Pais Reis e Sousa - Reino Unido (Oficial)
- Carlos Manuel Simão da Silva Caldas (grau oficial)
Ordem do Infante D. Henrique
- Carlos Elmano de Oliveira e Rocha - Bélgica (Comendador)
- Horácio Ramiro Gonzalez - Argentina (Comendador)
- Contra-Almirante Jacobus Everhardus Louw - África do Sul (Comendador)
- José António Ribeiro Monteiro - França (Comendador)
- Joutei Boutaleb (Comendador)- Jack Cunha - EUA (Oficial)
- Eugénia Melo e Castro - Brasil (Dama)
- Sociedade Nossa Senhora da Luz - EUA (Membro Honorário)
Ordem da Liberdade
- Djelloul Melaika (Grande Oficial)
Ordem de Mérito
- Padre Alfredo Ribeiro Neres - RD Congo (Grande Oficial)
- Aristides Drummond - Brasil (Grande Oficial)
- Charles de Sousa - Canadá (Comendador)
- José Mário Coelho - Canadá (Comendador)
- Luciano de Sousa - Austrália (Comendador)
- Armando da Silva Pinheiro - Moçambique (Oficial)
- Piedade Heroína dos Reis Simões de Pina - Luxemburgo (Oficial)
Ainda não procurei bem, mas pelo menos nos jornais de expressão nacional ainda não encontrei referência às três insígnias que serão entregues nos Açores pelo Representante da República (Fayal Sport, Monsenhor Weber Machado Pereira e João Ângelo).
terça-feira, 9 de junho de 2009
Suores

A Assembleia da República não beneficiou recentemente de avultadas obras, incluindo ar condicionado, para acabar com aquela imagem terceiro-mundista dos deputados a abanarem-se com leques improvisados?
Então porque diabo Victor Constâncio aparece nestas tristes figuras, a limpar o suor com o seu lenço?
Estão assim tão quentes as audições parlamentares? Ou são suores frios?
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À procura da esquerda
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Política
Depois do voto...o veto !

Presidente da República não promulgou diploma que altera Lei do financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais
O Presidente da República decidiu não promulgar o decreto da Assembleia da República que altera a Lei do financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais.
A propósito desta decisão, a Presidência da República divulga o seguinte comunicado:
1 – O diploma aprovado pela Assembleia da República pretendeu introduzir uma alteração muito significativa ao regime em vigor sobre o financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais, aumentando de forma substancial os limites do financiamento privado e sem que se diminuam os montantes provenientes do financiamento público.
2 – Esta alteração ocorre sem que se encontre devidamente acautelada a existência de mecanismos de controlo que assegurem a necessária transparência das fontes de financiamento privado, no quadro de um sistema que, sublinhe-se, adopta um modelo de financiamento tendencialmente público, do qual já resultam especiais encargos para o Orçamento do Estado e para os contribuintes.
3 – São várias as objecções de fundo que suscitam as soluções normativas contidas no diploma em causa, como é o caso do aumento substancial do financiamento pecuniário não titulado dos partidos políticos e das receitas provenientes de iniciativas de angariação de fundos, da possibilidade de os partidos obterem lucros nas campanhas eleitorais ou do aumento do limite das despesas de campanha na segunda volta das eleições para o Presidente da República. Importa ainda ter presente que a alteração que agora se pretendia introduzir se afigura inoportuna, atenta a aproximação de vários actos eleitorais e a actual conjuntura económica e financeira do País.
4 – Ante o exposto, o Presidente da República devolveu hoje, sem promulgação, o Decreto nº 285/X da Assembleia da República, que altera a Lei n.º 19/2003, de 20 de Junho, que regula o regime aplicável ao financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais.
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segunda-feira, 8 de junho de 2009
A vida não é só política

Com esta coisa das europeias tinha-me passado ao lado
este excelente trabalho do Expresso
sobre o excelente Jorge Palma.
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A cara da derrota

Vitalino na noite da derrota.
Não era tempo para lançar foguetes nem para ir buscar as Canas.
O "erro de casting" Vital acabou por ser ... fatal.
Achei curioso que Carlos César tivesse reconhecido isso no discurso de derrota.
Mas o seu "venenozinho" está lá sempre e César já foi pondo água na fervura da agitação socialdemocrata. Diz que o PSD Açores também vai ter o seu Vital Moreira para atrapalhar.
É já a seguir, nas legislativas nacionais, e o Vital do PSD-Açores vai chamar-se Manuela Ferreira Leite. Será mesmo?
Eu no lugar de César não tinha assim tanta certeza.
Lembram-se de há tempos Duarte Freitas ter recomendado um banho de humildade a Carlos César?
Acho que o presidente do PS continua sem tomar esse banho.
Humilde foi Maria do Céu Patrão Neves que na hora da vitória estendeu a mão a Luís Paulo Alves e a Carlos César.
Uma bofetada de luva branca, depois da grosseria de César que acusara o PSD de ter ido buscar uma candidata às prateleiras de um qualquer supermercado.
Pela boca morre o peixe.
Ou a lebre.
É que neste caso o PS comportou-se claramente como a lebre que ignora a tartaruga.
E depois perde a corrida.
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Eleições europeias
domingo, 7 de junho de 2009
78,3 %

George Grosz, O agitador (1928)
Sem surpresa a abstenção galopou nos Açores.
Quase até aos 80%.
Ainda não perceberam bem este número?
Imaginem então 5 pessoas à volta de uma mesa a terem de tomar uma decisão.
Quatro (4) não dizem nada.
A decisão é tomada por um (1)
Foi isso que se passou hoje nos Açores.
Perceberam agora o "filme de terror" de que vos falava.
Vai continuar "em cartaz".
O PSD ganhou e é compreensível que faça a festa...mas...apesar disso só teve 19.610 votos.
Outro dos vencedores da noite é o BE, teve 3.149 votos (6,43%), mais do dobro dos votos de 2004 e mais do triplo da percentagem dos votos em relação a 2004.
A CDU (1.578 votos, 3,22%) também teve um boa subida, mas não tão acentuada como o BE .
O CDS-PP continua a ser o 3º partido (3.793 votos, 7,75%), mas o BE aproxima-se a passos largos.
O grande perdedor foi o PS (16.081 votos - menos 12 mil e tal votos que em 2004 - 32,86%)
A queda socialista nos Açores foi ainda mais expressiva que no continente.
Ah e para além das 176.611 pessoas que não foram às urnas houve 2.522 que lá foram e não fizeram nenhuma cruz.
O "partido dos votos brancos" registou uma das maiores subidas e é o 5º "partido" mais votado.
Em 2004 1,92% votaram em branco.
Agora foram 5,15%.
A ter em conta para o futuro.
Novo jornal: "Triângulo"

No dia em que a Casa do Triângulo encheu o Coliseu Micaelense com as sopas do espírito santo (ao que dizem estavam mais deliciosas que nunca, e mais uma vez confeccionadas pelo Sr. Fernando Goulart) chega-me às mãos o número zero do jornal "Triângulo".
É seu director Ruben Rodrigues (que foi director do Telégrafo e do Correio da Horta),
director-adjunto Frederico Maciel (que foi presidente da câmara das Velas de S.Jorge).
A ficha técnica inclui ainda Luís Nemésio Pereira Serpa (deduzo que seja o Nemésio Serpa que presidiu à câmara da Calheta de S.Jorge) e como editor Rui Pedro Ávila (que foi deputado à Assembleia Legislativa Regional).
O jornal terá periodicidade mensal e também um site http://www.jornaldotriangulo.com/ (que ainda não está acessível).
sábado, 6 de junho de 2009
Filho desta nossa terra

À partida para a sua segunda viagem à volta do mundo Genuíno emocionou-se com uma carta de Dias de Melo. (Foto site Genuíno Madruga)
Dias de Melo morreu entretanto, mas deixou um poema para o dia da chegada do Hemingway.
E ao escutá-lo , à chegada, Genuíno Madruga emocionou-se de novo.
Dias de Melo que, disse Genuíno, o "acompanhou" sempre durante a viagem.
As fotos são tiradas da emissão do Atlântida, da RTP-Açores, na altura em que Genuíno escutava o poema, dito por Sidónio Bettencourt.

Filho desta nossa terra
Vens de dar a volta ao mundo
Vens de dar a volta à vida
Mar bravio, mar profundo
Teu barco, vela erguida
contra ventos,furacões
Navegando, em frente, em frente
na rota dos galeões
do Oriente para Ocidente
E tu, sozinho, a lutar
à luz sol, do luar
palmo a palmo,
milha a milha
Vencer
Glória pessoal
Glória pessoal
Glória para Portugal
Glória para a nossa ilha
Ilha pobre e orgulhosa
Ilha pobre e orgulhosa
Foi nela que tu nasceste
Do teu povo que te tem
O amor que lhe mereceste
Um grande,grande amor
Nossa imensa gratidão
A boca diz,
Só te diz,o que diz o coração
Dias de Melo
"Aventureiro"

Aventureiro.
Era assim que as pessoas pelos meus lados e nos nos meus tempos de criança se referiam aos pequenos veleiros que viam passar.
A expressão aventureiro aplicava-se ao velejador e/ou ao veleiro.
E de tal modo era assim que muitas vezes a referência ao aventureiro nem remetia de imediato para a sua aventura.
Era pura e simplesmente a designação da embarcação.
Nessa altura, pelo menos em minha casa, ninguém dizia: "Lá vai mais um iate"
ou "Lá vai mais um veleiro".
Dizia-se sempre: "Lá vai mais um aventureiro".
Na altura, por cá ainda não havia televisão, nem revistas de vela.
Por isso, para nós, a bordo dos aventureiros seguia gente desconhecida.
Que se aventurava nos mares sem fim.
Hoje chega ao Pico um aventureiro.
Este bem conhecido dos açorianos.
Termina a sua segunda volta ao mundo em solitário.
Genuíno Madruga deve ser um orgulho para os picoenses e para os açorianos.
É a prova de que somos tão bons como os outros.
Em todas as artes e em todos os mares.
Bem vindo Genuíno.
Tudo sobre as duas viagens do Genuíno, aqui.
O programa Atlântida da RTP-Açores(15h30) é dedicado a Genuíno Madruga.
Ainda hoje, pelas 21h40, a estação regional transmite o programa Mar à Vista, de José Serra, "Genuíno Madruga - de Timor ao Cabo da Boa Esperança".
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Filme de terror

Esta noite, à hora do telejornal, a RTP Açores exibiu, despudoramente, um "filme de terror".
Um inquérito sobre as eleições europeias.
Poucos dos entrevistados sabiam para que são as eleições de Domingo.
Muitos não sabiam e não queriam saber.
Os jovens então é uma coisa muito séria.
É de arrepiar.
Não querem saber da política, nao acreditam nos políticos.
Uma rapariga disse mesmo que era atirá-los ao mar!?
É um filme de terror.
Para quem ainda acredita na democracia.
Em que o voto é uma peça fundamental.
Eu voto sempre.
Domingo lá estarei.
Diga-se a verdade que ainda estou indeciso.
Já sei onde não voto.
Mas ainda não sei onde votarei.
(Afastaram indecentemente o meu candidato)
Oh Céus! Mas até lá hei-de resolver.
Nem que vote em branco.
Embora ao votar em branco esteja a deixar que os outros escolham por mim.
E podem escolher exactamente aqueles que eu não quero.
Em branco não.
Até lá hei-de decidir.
Temo que, por este andar, qualquer dia (ainda mais do que hoje) a política seja tomada de assalto por um bando de "mafiosos".
Dir-me-ão alguns, mais descrentes do que eu, que isso já acontece hoje.
Mas acreditem que pode ser ainda muito pior.
Se nos demitirmos de escolher os mais capazes.
Horroriza-me este monstruoso desinteresse pelo exercício de um direito que deveria ser também um dever.
Por isso, quando Carlos César falou em voto obrigatório não me escandalizei.
E assisti, até com alguma estupefacção, à estupefacção do país políticamente correcto.
Porque afinal, se virmos bem somos obrigados a escolher toda a vida.
Que diabo custa mais uma escolha?
Que diabo custa perder 5 minutos no próximo Domingo para fazer uma cruz?
Ou até para não fazer cruz nenhuma?
Têm de ir para a praia? Para o campo? Para o café? Dormir?
E das 24 horas do dia não podem retirar 5 minutos?
E se chover nao podem pegar na porcaria do guarda-chuva?
E na segunda-feira quando forem obrigados a ir trabalhar, o que vão fazer?
Eu por mim voto.
Sempre.
Mais que não seja, presto assim a minha simples homenagem a muitos que lutaram para que eu pudesse exercer esse direito.
É o meu dever.
É a minha obrigação.
Que eu exerço e exercerei sempre.
Voluntariamente...ou obrigado.
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quinta-feira, 4 de junho de 2009
Para memória futura
Resultado do inquérito:
Concorda com a "sorte de varas?"
Não. É uma barbárie. 50 (56%)
Não. Não é uma tradição. 18 (20%)
Não...e eu até gosto de touradas. 13 (14%)
Não. É mau para o turismo. 12 (13%)
Não.Porque não. 9 (10%)
Sim.É essencial para uma tourada a sério. 8 (9%)
Sim. É bom para o turismo. 6 (6%)
Não.Por outras razões. 5 (5%)
Não quero saber. 5 (5%)
Sim. É uma arte. 4 (4%)
Sim. É uma tradição. 1 (1%)
Sim.Por outras razões. 1 (1%)
Sim.Porque sim. 1 (1%)
Concorda com a "sorte de varas?"
Não. É uma barbárie. 50 (56%)
Não. Não é uma tradição. 18 (20%)
Não...e eu até gosto de touradas. 13 (14%)
Não. É mau para o turismo. 12 (13%)
Não.Porque não. 9 (10%)
Sim.É essencial para uma tourada a sério. 8 (9%)
Sim. É bom para o turismo. 6 (6%)
Não.Por outras razões. 5 (5%)
Não quero saber. 5 (5%)
Sim. É uma arte. 4 (4%)
Sim. É uma tradição. 1 (1%)
Sim.Por outras razões. 1 (1%)
Sim.Porque sim. 1 (1%)
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