Vi hoje na RTP-Açores uma coisa extraordinária.
Extraordinariamente...nojenta.
Penso que era na Ribeira Chã, concelho da Lagoa, ilha de S.Miguel.
Um homem tem a sua casa enterrada em lama até meio.
Só utiliza o andar de cima.
Recorre a uma escada para entrar por uma das janelas.
A lama é proveniente de uma obra das Scut.
Tinha ideia que as câmaras, que cobram o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) deveriam ter alguma coisa a dizer quando esse imóvel fica soterrado por obras que decorrem na sua área de jurisdição.
A câmara da Lagoa diz que não é nada com ela.
Tinha ideia que o governo, que recebe os nossos impostos, deveria zelar pelos nossos direitos.
Mas o governo diz que nao é nada com ele.
A Euroscut Açores (ainda nao percebi porque tem ali a palavra Açores, se quando é preciso ninguém dos Açores fala sobre nada) pura e simplesmente não quer saber.
Bem, não é verdade. Queriam dar 500 euros para que o homem se calasse!?
Depois de tudo isto poderia dizer muita coisa, mas para quê?
Ou então dizer como os outros "Não é nada comigo".
Houve uma revolução, com cravos, em Portugal.
Dizem-nos que vivemos em democracia.
Mas perante situações destas tenho sérias dúvidas.
Isto é absolutamente inqualificável.
Revoltante.
E depois admiram-se que as pessoas cometam "loucuras"...
E andam agora todos distraídos a falar do 'bullying'...
E isto que nome tem?
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terça-feira, 23 de março de 2010
terça-feira, 28 de julho de 2009
O discípulo de Lavoisier

O dia de hoje ficará para a história da governação açoriana.
José Contente citou uma célebre Lei de Lavoisier.
A propósito das desgraças que se vão sucedendo nas obras da SCUT !?
("Na Natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma" )
Por mim não faço qualquer comentário.
Remeto-me à Lei do Silêncio. No que não sou muito original.
É também a Lei preferida dos senhores da Euroscut Açores.
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José Contente,
scut
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Nojo

Nunca fui um fundamentalista contra as SCUT em S.Miguel.
Sempre achei que as pessoas do Nordeste tinham direito a melhores acessibilidades.
Mas confesso que a invasão espanhola e a passadeira vermelha para todas as arbitrariedades "legais" que se estão a fazer nas barbas do Governo Regional e perante o seu silêncio cúmplice, confesso que isto começa a enojar-me.
Hoje na RTP Açores nem queria acreditar no que ou(via).
Os senhores das SCUT não queriam que os jornalistas gravassem!?
(Já um destes dias se tinham recusado a falar para a televisão).
Ontem os "espanhóis" destruiram "legalmente" o estaleiro de uma empresa de construção civil local.
Hoje um senhor (açoriano? português? espanhol?) Victor Santos disse que tinha sido uma "história menos feliz".
Infeliz. O senhor.Parece que é presidente da Euroscut Açores. Um pau-mandado dos espanhóis.
Se fosse noutro lado talvez a bárbara "legalidade" tivesse uma resposta à altura.
Por cá somos todos muito pacíficos. Assistimos mansamente ao livre arbítrio dos senhores da Euroscut.
O tal senhor Victor Santos (falou por telefone) disse também que há pessoas que têm uma noção de valor diferente da realidade. E tem razão. A Euroscut tem uma noção muito distorcida do valor dos terrenos.(É por isso que a Euroscut tem processos em tribunal, apesar do senhor não saber!?)
Disse o empresário micaelense que querem comprar por 1 o que vale 10.
Os senhores da Euroscut querem espoliar os legítimos proprietários dos terrenos. Dizem que é tudo "legal". E o Governo dos Açores alinha neste roubo "legal". Chama-se posse administrativa.
Por mim já estou como o empresário: mandem-nos embora.
Stop!
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