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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

O homem do gás

Recentemente, a ilha do Corvo sofreu uma ruptura de gás.
O que não se percebe -apesar do mau tempo - pois parece que a ilha dispõe de uma reserva...de gás.
Parece que uma pessoa do Corvo, que é paga para contar as garrafas ... não sabe contar!?
O assunto foi debatido, ao mais alto nível, na Assembleia Regional.
Paulo Estêvão, do PPM, que não é natural do Corvo, mas foi eleito e reside no Corvo, queixou-se da situação.
Guilherme Nunes, do PS, que também foi eleito pelo Corvo, de onde penso que é natural, não se queixou.
Porque, diz ele, tem sempre em casa 6 (seis!?) garrafas de gás.
[Aprende Paulo Estêvão, que o homem não dura sempre.]
Mas quando se fala do Corvo, hoje em dia, para estarmos bem informados, temos que consultar o melhor órgão de informação da ilha, o blog que faz uma mistura explosiva (afinal falamos de gás) com mulheres de má fama e vinho de cheiro :)
Ora, segundo dois comentários colocados naquele blog o deputado Guilherme Nunes nunca deveria ter 6 (seis !?) garrafas de gás no Corvo.
- Porque vive sozinho !?
- Porque ... não vive lá !!!!????
Se isto é verdade, o sr. deputado merecia ficar um mês a tomar duche em água fria.
P.S. Para quem, há tempos, fugiu dos cornos do toiro, agora teria sido uma boa ocasião para se recolher aos curros. Porque diabo é que o sr. deputado quis entrar nesta faena se corria o risco de sair pela porta baixa?

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Tropeçar nos argumentos


Paulo Noval é o líder do Grupo Amigos da Terceira, que eu não sei bem o que é, mas suponho que existe para defender os interesses da Terceira (é para isso que servem os amigos,não?).
Ora Paulo Noval dá hoje uma curta entrevista ao Diário Insular.
Mas, apesar da entrevista ser curta, Paulo Noval tropeça nos seus próprios argumentos.
Uma entrevista que, naturalmente, indignou os corvinos. E não só.
Sobre a concentração da frota da SATA em S.Miguel, é contra (eu também, e o tempo tem vindo, frequentemente, a dar-nos razão) alegando que essa solução não pode ser justificada apenas com argumentos económicos.
Mas parece-me que está a pensar em argumentos económicos quando lança uma questão "polémica" segundo o próprio:
"fará sentido manter habitada a ilha do Corvo com todos os riscos que isso acarreta para os seus habitantes?"
Afinal, em que ficamos? Os argumentos económicos são válidos apenas quando dá jeito?

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Deolinda vs Rita



Vi o "frente-a-frente" de Deolinda Estêvão (cabeça-de-lista pelo PSD) e Manuel Rita (cabeça-de- lista pelo PS) à Câmara do Corvo.
O que mais me chamou a atenção foi a arrogância da candidata.
Tão arrogante que até se contradisse nos argumentos.
Por um lado, ela é que sabe aproveitar os fundos comunitários.
Por outro lado, Manuel Rita quando esteve na Câmara "rapou o tacho" (não deixando nenhuns fundos comunitários disponíveis).
Afinal como é?
Os dois argumentos dão jeito à candidata, mas só pode usar um.
Qual escolhe?

terça-feira, 21 de julho de 2009

Chama-se Deolinda


Chama-se Deolinda.
É a mulher do Paulo.
Estêvão.
Ambos são do PPM.
Vivem no Corvo.
Onde vivem apenas cerca de 400 almas.
Arranjar listas para concorrer às autárquicas não é fácil.
Por isso o PPM concorre à Assembleia Municipal mas não à Câmara.
À Câmara concorre Deolinda.
Pelo PSD.
Como "independente"!?
Por empréstimo.
Como os jogadores de futebol.
O PPM vai, naturalmente, votar em Deolinda.
Eu também votaria na minha mulher.
E Deolinda vai votar no marido e na família monárquica
para a Assembleia Municipal?
O PSD vai dar-lhe "liberdade de voto" ?
Estranha coligação que o é sem o ser.
Do PPM o PSD só quer a mulher do líder !?
E os votos. Mas coligação não.
Há sempre lugar para mais um insólito na política à regional.
Diálogo provável:
- Oh Paulo apaga a luz. Já viste as horas ? Tenho sono.
- Oh Deolinda deixa-me só acabar aqui este voto de protesto contra o executivo camarário.
- Mas eu é que sou a presidente !?
- Oh pá tá bem. Não leves tudo tão a peito. Isto não é nada pessoal. É contra a presidente e não contra a minha mulher. Eu não faria isso à minha mulher.Vá dorme que eu já estou quase a acabar isto. Como é que se escreve corrupção? Arranja-me aí um sinónimo. Não quero chamar nomes feios à minha mulher.