segunda-feira, 29 de junho de 2009

Carregadinho de razão

Quando a malta do PS parecia ter tomado de assalto a Quercus caiu o Carmo e a Trindade.
Agora o PSD parece ter tomado de assalto a Quercus e o silêncio é ensurdecedor.
Ou quase. O novo, e promissor, blog Mataram a Tuna aborda muito bem o assunto, aqui.

5 comentários:

geocrusoe disse...

a principal diferença é que anteriormente os cargos político/partidários eram remunerados ou com compensação financeira (senha de presença) e no segundo caso não. mas não conheço os estatutos, nem o entendimento da comissão arbitral

Jordão disse...

Meus caros, o problema dos cargos serem remunerados ou não é insignificante e meramente burocrático. Até parece que aqui só temos duas opções: com ou sem o “D”. Vira o disco e toca o mesmo! E vamos vivendo nisso!

K2ou3 disse...

Tenho para mim que o ambiente vai muito que fazer. Talvez se venha a encontrar petroleo, e convem estar nos lugares chave.
(...cheira a qualquer coisa....,algem tem os sapatos sujos?)

r. disse...

Caros Fiat e Jordão,

Penso que o Geocrusoe tem toda a razão, há uma diferença fundamental entre acumular cargos eleitos e a direcção de uma entidade como a quercus e não ter cargos eleitos.

De facto, ao que sei, desta nova direcção da quercus só mesmo o Paulo Cabral é militante activo do PSD, Belo Maciel está há muito arredado dessas lides.

A Lei é clara sobre o assunto e parece-me que é justa para o caso em particular: a anterior direcção candidata estava claramente na ilegalidade e por isso não assumiu.

Nesta nova Direcçáo, só mesmo o Paulo Cabral tinha uma incompatibilidade e não de cargo público eleito e fez o correcto e abandonou.

Penso que por isso é que não se fala no assunto, porque não há nada a dizer.

Fiat Lux disse...

Caro Rui

Para mim cargos eleitos ou não, remunerados ou não, essa não é a questão.
Antes a Quercus iria ficar nas mãos de gente do PS.
Agora vai ficar nas mãos de gente do PSD. Ou não é assim?
Quantos elementos compõem os órgãos directivos?
Quantos são do PSD e quantos não são do PSD?
Nao há nada de ilegal nisso.
Mas é pena que não se consiga fazer nada sem esta conotação partidária.
Até pode ser que a direcção da Quercus consiga distanciar-se da sua cor partidária, sem agir sempre em função dessa simpatia.
Mas hás-de convir que não é nada fácil.
Cumprimentos.