sábado, 21 de fevereiro de 2009

O malhão


O ministro do malhão não gosta que lembrem a sua infeliz e ordinária tirada,
escarrada "no calor de uma reunião partidária".
E sempre que alguém lembra essa actuação rasca, o ministro retorce-se, incomoda-se, envergonha-se (?)
E depois quer que os outros peçam desculpa da porcaria que fez?
É descaramento a mais e nível a menos.
Dêem-lhe um bombo para as mãos e metam-no a desfilar no Carnaval.
Quem sabe ao lado de Alberto João Jardim ...em cuecas.

6 comentários:

Anónimo disse...

Alberto João Jardim, o tal que diz que na Madeira todos os professores são bons, vai-se por em cuecas este carnaval.
Que se prepare a provecta senhora líder, para mais uns incómodos impropérios.

Anónimo disse...

Não é só na Madeira que todos são bons, nos Açores a madrinha também diz que é muito acessível ser bom, bombons é o que eles e elas querem, mas não estamos em época disso, contemtem-se com uns rabuçados à moda de S. Miguel.

Kassette disse...

Se se envergonha, os Camaradas dele já não. Marcos Perestrello fez questão de reforçar a ideia do malhanço, no Corredor do Poder.

Anónimo disse...

Os profs metiam baixa e recebiam 100% do salário. Alguem na privada e mesmo nalguns sectores do público tem esse previlégio? Vão mas é foder-se com a justiça da luta dos professores, que estavam habituados a privilégios que, na impossibilidade de serem alargados a todos tiveram e têm de ser cortados. Niguém é obrigado a ser professoar. Não gostam? Mudem de profissão.

Anónimo disse...

O nosso Fiat vai abrir uma escola atendendo às seguintes condições de contratação:
- escolher apenas professores que não querem ser avaliados, onde dar aulas bem ou mal, é inconsequente;
- catar professores que acham que faltar é um "direito", que deve ser sempre plenamente gozado;
- procurar professores certificados, se possivel madeirenses com um selo de "bom".
- contratar professores que gostem de dar uns passeios, em pleno período lectivo, usando para tal o expediente do custume;
- escolher a dedo professores com o filho, a filha, o pai, a mãe, a sogra, o sogro, a avó e a madrinha dia sim dia não doentes, que usem e abusem dos diretos humanos que tem.
Na gestão da escola não se deve ser economicista. Dar excelente a todos os docentes, sem quotas nem outras peias, arranjar cinco auxiliares para cada turma e puxar as notas no fim do mês.

É isto que esta gente quer que os contribuintes paguem.

Fiat Lux disse...

Caro amigo

enunciou os defeitos dos maus professores.
Desses eu também não gosto.
Mas há outros.
Não seja tão demagógico.

Aliás, num outro post sobre os professores (este é sobre o malhão) refiro o caso de um mau professor que passa impune e que prejudica toda uma escola, sem que façam nada para acabar com essa pouca vergonha. Acha que eu defendo os maus professores?

Ah e já basta dessa mentira - tantas vezes repetida e que nunca será verdade, apesar disso -
É falso que "os professores não querem ser avaliados". Já não há pachorra para essa conversa.
Querem ser bem avaliados. E o meu amigo, não quer ser bem avaliado no sítio onde trabalha (se é que trabalha)? E se o sistema de avaliação de que, eventualmente, for alvo não servir, não vai criticá-lo e tentar melhorá-lo?