quinta-feira, 23 de outubro de 2008

JRS: Um livro...num piscar de olhos

"Temos grandes autores , mas ninguém lê porque são intragáveis".
José Rodrigues dos Santos, que acaba de lançar mais um livro ("A vida num sopro").
Não sei se é por isso, por achar que o jornalista/escritor escreve um livro num piscar de olhos...não sei se é por isso, mas até hoje não senti qualquer
impulso para ler um livro de JRS.
O "problema" é meu certamente.
Por enquanto vou-me dedicando a alguns dos "intragáveis".
O José pode esperar.
(Entrevista de JRS ao DN, aqui)

3 comentários:

Rui Gamboa disse...

Permita-me um pequeno desvio do tema do post (não posso opininar, porque também nunca li jrv). Já agora, sobre o guedes de carvalho, a sua posição é a mesma?

Enquanto anchorman, o rodrigues dos santos é profundamente enervante. Normalmente, prefiro ver as nótícias na rtp1, sendo a sic a segunda escolha. Mas quando é o rodrigues, até prefiro o reality show que são as "notícias" da tvi.

Desde a invasão do koweit pelo iraque, que jrv se tornou numa espécie de referência da nova vaga de pivots.

Anónimo disse...

Concordo com o post, também nunca li nem me sinto atraido, há tantos bons escritores que nunca vou conseguir ler. A vida é curta, por isso, o JRS não faz parte da minha lista de prioridades.

Em relação ao que disse o Rui Gamboa (pessoa que admiro pelo que escreve aqui/ali e no seu blog, apesar de não o conhecer pessoalmente), concordo em parte.

Rui Goulart

Fiat Lux disse...

Caro(s) Rui(s)

Do Rodrigo Guedes de Carvalho também só li as crónicas (boas).
Também não faz parte das minhas prioridades.
- Mas não vou ao ponto de dizer como o outro:"Não li...e não gostei" :)
Agora estou apostado em ler tudo do Haruki Murakami. Já li 4, já tenho mais 3. E com isso devo ter esgotado praticamente todos os seus livros editados em português.
Quanto ao JRS como apresentador também não é dos meus preferidos. Gosto de mais sobriedade.Não gosto de teatro...sem ser no palco.
Um apresentador de que goste? O Rui Goulart, por exemplo :)
Está nos Açores, mas em Lisboa "dava cartas" em qualquer canal.